Conhecemos um casal brasileiro de musicólogos em uma
cidezinha alemã de 88.000 habitantes. Logo no início da boa conversa, em que se
identificavam várias coisas em comum, rola o seguinte diálogo:
Marco: ah, vocês são do sul? Conheço um pessoal do violão de
lá, etc
Ela: você conhece o livro “A História do Violão”?
Marco: Claro! Do Norton Dudeque!
Ela, apontando pro namorado, como quem está apresentando: Norton
Dudeque!
Em seguida, já dentro de uma boate, na mesma pequena cidade, outro diálogo:
um alemão: vocês são brasileiros?! Morei em Niterói um tempo.
Marco: sério? Eu sou de Niterói!
o alemão: que coincidência! Você faz o que?
Marco: sou músico
o alemão: nossa! Eu namorava a filha de uma cantora lá de Niterói, a Sônia Wegenast.
Marco: não brinca! Eu trabalhava com a Sônia!
Em seguida, já dentro de uma boate, na mesma pequena cidade, outro diálogo:
um alemão: vocês são brasileiros?! Morei em Niterói um tempo.
Marco: sério? Eu sou de Niterói!
o alemão: que coincidência! Você faz o que?
Marco: sou músico
o alemão: nossa! Eu namorava a filha de uma cantora lá de Niterói, a Sônia Wegenast.
Marco: não brinca! Eu trabalhava com a Sônia!
Gostoso, né? se deparar inesperadamente com algo tão familiar num ambiente tão estrangeiro...
ResponderExcluirE v nos apresenta esta sensação ao reproduzir sucintamente os diálogos reveladores.