terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

neste ovo que é o mundo


Conhecemos um casal brasileiro de musicólogos em uma cidezinha alemã de 88.000 habitantes. Logo no início da boa conversa, em que se identificavam várias coisas em comum, rola o seguinte diálogo:
Marco: ah, vocês são do sul? Conheço um pessoal do violão de lá, etc
Ela: você conhece o livro “A História do Violão”?
Marco: Claro! Do Norton Dudeque!
Ela, apontando pro namorado, como quem está apresentando: Norton Dudeque!


Em seguida, já dentro de uma boate, na mesma pequena cidade, outro diálogo:


um alemão: vocês são brasileiros?! Morei em Niterói um tempo.
Marco: sério? Eu sou de Niterói!
o alemão: que coincidência! Você faz o que?
Marco: sou músico
o alemão: nossa! Eu namorava a filha de uma cantora lá de Niterói, a Sônia Wegenast.
Marco: não brinca! Eu trabalhava com a Sônia!

Um comentário:

  1. Gostoso, né? se deparar inesperadamente com algo tão familiar num ambiente tão estrangeiro...
    E v nos apresenta esta sensação ao reproduzir sucintamente os diálogos reveladores.

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